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Ontem pude rever amigos queridos. Dei um curso o dia inteiro no Instituto Sol Miró e lá encontrei gente motivada, disposta a crescer e comprometida com uma geração socialmente responsável. Para ficar ainda melhor: da Adriane ganhei uma porção de trufas da Cacau Show e do Marcello, uma barra de chocolate ao leite da Hershey's. Adooooro!Foto: Matraca's Image Bank

Parece uma mercearia, mas é restaurante. Botequim, para os íntimos. Recheado de objetos antigos, a decoração já vale a visita. Uma espécie de antiquário moderno. Assim, feito de coisas velhas... mas que fizeram parte da nossa infância, como o refrigerante Crush e o porquinho da Poupança Bamerindus.

O Jacobina, em Curitiba, é um dos lugares mais criativos e aconchegantes da cidade. Bom para petiscar ou tomar vinho. Legal para jantar ou provar carne de onça. O cardápio varia a semana inteira. No almoço, são cinco ou seis opções por dia.

Na segunda-feira, virado à paulista ou vatapá. Terça tem dobradinha. Mas dá para pedir escondidinho de carne seca. Chelept! Já na quarta a casa oferece língua com purê de batata. Quinta-feira, entre outras opções, o nosso barreado. Escolhemos a dedo e fomos na sexta. O Raul pediu a moqueca de peixe e eu comi ossobuco com polenta. A arrumação dos pratos é toda especial. Meu arroz veio meio desmoronadinho, é verdade.

Mas o estilo secos e molhados do Jacobina permite... Afinal quando poderia comer algo tão saboroso, detalhe, pagando tão pouco? O meu ossobuco - que dava para duas pessoas - custou R$ 12,90. A moqueca, R$ 14,90. Mas a consagração veio na sobremesa: sorvete de tapioca com calda de vinho. Feito com a farinha da tapioca, leite de côco, creme de leite, especiarias (?) e o toque azedinho do vinho. Sai R$ 7,00. Dividimos o doce. Mas depois de um tacho de moqueca e uma panela de ossobuco nem conseguimos comer a taça inteira.

No sábado, feijoada completa com direito a samba e chorinho. E todos os dias - para quem não se dá bem com o exótico da comida brasileira - tem bife acebolado e frango grelhado. À noite, o menu muda. Entram pratos populares... da cozinha internacional: quesadillas, burritos, fajitas, entre outras delícias.

Além disso, o Jacobina - que completou quatro anos - tem uma boa carta de vinhos. Mesmo sendo um empreendimento relativamente novo, já recebeu vários prêmios da Revista Veja Gastronomia: melhor boteco, melhor petisco e melhor happy-hour.

E hoje, parte da decoração, que inclui coleção de relógios e de latas de pó royal, é doada pelos próprios clientes - que presenteiam a casa com objetos antigos de família. O Jacobina tem, ainda, uma preocupação importante. Durante o almoço, os pratos não demoram mais que 10 minutos para chegar à mesa.

O objetivo é fazer com que os clientes aproveitem ao máximo o período de folga antes de voltar ao trabalho. Taí a dica para seu feriado. Eles vão abrir no 21 de abril. Funciona das 11h às 1h, menos aos domingos.
Fotos: Raul Mattar Posts relacionados
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Bar do Alemão
Espresso no Lucca Café Especiais
Curitiba

Se você quer visitar tudo com uma certa mobilidade (a Itaipu está para um lado e as Cataratas para o outro) fique no centro, onde está a maioria dos hotéis 3 e 4 estrelas. Anote:
Hospedagem mão-de-vaca-muquirana
Villa Canoas
É o melhor custo benefício da cidade. Está a duas quadras do terminal de ônibus. E na baixa temporada, quarto de casal sai por R$ 70,00. Apesar de muito econômico, tem pinta de três estrelas ajeitado. A cidade abriga ainda um super hostel, o Paudimar Falls. Tem piscina e cozinha para os hóspedes. Detalhe: fica próximo das cataratas, mas longe de tudo. E o quarto duplo tem o mesmo preço que o Villa Canoas. Nos dormitórios coletivos, R$ 20,00 por pessoa.
Hospedagem classe-média
Hotel Nadai Confort
Ficamos aqui. Um três estrelas relativamente novo, no centro, ótimo atendimento, quarto amplo e com um café da manhã delicioso. Nós pagamos R$ 110,00 a diária, mas a tarifa balcão pode chegar a R$ 170,00 para casal. Pechinche na baixa temporada.
Momento extravagância chique no úrtimo sonho de consumo
Hotel Cataratas
Fica dentro do Parque Nacional do Iguaçu, em frente a trilha que dá acesso às cataratas a pouco mais de mil metros da Gargante do Diabo. Passou por reforma e hoje é administrado pelo grupo Orient-Express. O apartamento duplo superior está a partir de R$ 815,00 - na promoção. Já a suíte cataratas sai a bagatela de R$ 2.135,00. Com café da manhã. hehe.
Foto: Raul Mattar

Nosso guru e padroeiro, Ricardo Freire, autor do blog Viaje na Viagem - que ganhou essa semana o prêmio de Melhor Blog de 2009 no 34º Prêmio Abril de Jornalismo - indicou o Matraqueando num post dedicado ao Paraná! Uhu! Sempre generoso e com uma paciência de jó (porque tem muita coisa nos sites analisados) ele recompilou algumas de nossas matérias que falam sobre destinos no Paraná. Estão lá também outros craques no tema: a Patrícia, do Turomaquia; a Carol do Travel Forever e o Ernesto.

Fiquei super feliz! Não existe blogueiro de viagem na atualidade que não seja influenciado pelo Ricardo, autor do inesquecível - e esgotado - livro Viaje na Viagem: auto-ajuda para turistas, publicado há dez anos e que virou um ícone entre os viajantes profissionais. Para conhecer o novo Guia do Paraná, by Riq, clique aqui. .
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Meu espírito até que evoluiu bem nas últimas duas semanas. Fiz trilha ecológica, caminhei ao lado de quatis, tomei banho de catarata, entrei em viveiros cheios de pássaros e fui de ônibus a Ciudad del Este... nesse caso, um calvário digno de ascensão aos céus - em corpo e alma. Mesmo assim, para qualquer mão-de-vaca-muquirana o Paraguai nem chega a ser uma penitência.
Ao contrário do Duty Free, em Puerto Iguazu. (Aqui, acredito que desci dois degraus no altar da purificação). Um shoppinzão que entrou na rota de compras para quem vai a Foz. Bonito, limpo, climatizado, banheiros, casa de câmbio e traslado gratuito desde os hotéis centrais do lado brasileiro. Não tem ambulante. E no lugar da chipa paraguaia, empanada argentina. Por R$ 4,00 cada, no único quiosque do lugar. Socorro! Começou o chilique. Quatro reais por uma empanada menor que um pão de queijo?
Voltando, sem siricotico, porque eu sou fina. Continuamos passeando por ali. Chocolates, alfajores, azeites, bebidas, óculos, roupas e eletrônicos. Tudo de marca. Com preço de grife. Talvez porque não esteja acostumada a comprar frequentemente esse tipo de coisa no Brasil, me senti na Daslu argentina. E entendemos qual a função do Duty Free: oferecer a comodidade jamais pensada em Ciudad del Este, cobrando muito caro por isso. Como foi construído em uma área entre as aduanas do Brasil e da Argentina, é uma região considerada neutra. Brasileiros possuem livre acesso e são isentos de impostos.
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Paraguai é Chaco. É Assunção. É Augusto Roa Bastos. É chipa. Tetã Paraguái em guarani. Mas a gente insiste em resumir o país ao nosso perfume importado de cada dia. O que pode ter seu valor. Circular por Ciudad del Este é uma experiencia para poucos viajantes. Uma espécie de expedição científica em que a antropologia seria nossa linha de pesquisa. Antes de prosseguir, clique no video abaixo. Este post merece ser sonorizado. Com vocês... nuestra Perla, hermosa!
Lugar exótico, história conturbada, com gente simples. Considerado paraíso de compras. Só por isso o Paraguai deveria receber mais turistas do que o Brasil - outro lugar exótico, com história conturbada e gente simples. Mas aqui, lojinha de R$ 1,99 é fichinha se comparada ao universo muambístico da fronteira. Já passou a fase da camisinha musical e do video-cassete. Agora, o carros-chefes são as meias de cano curto da Nike (tem da Puma e da Adidas também) e os aparelhos de DVD. Progresso.

Quem vier a Foz deve reservar uma manhã para passear por aqui. Fuja dos sábados e feriadões. E esteja consciente: camelô é igual em qualquer lugar do mundo. Vende tudo baratinho, mas a garantia é zero. Você pode até dar sorte, mas é bem provável que um produto sem certificação de origem cause problema. Quer comprar um eletrônico? Um tênis de marca? Brinquedos para a Mariana - ops, digo, para seu filho? Procure uma das grandes lojas. E assim mesmo pesquise, é possível fazer isso, antes de sair de casa, pela Internet. Veja:

Eletrônicos
Discovery Import
Madrid Center
Casa Escocia
Informática
Master 10
Icompy
Nave
Roupas, mochilas, óculos, perfumes e bolsas
Chenson
Revelata
Charme Perfumaria
Carol Montenegro
Câmera e fotografia
Mundo das câmeras
Monte Carlo
Audio Phone SRL
E as grandes lojas ou shoppings que vendem de tudo um pouco:
Monalisa
Americana
Casa China

Forma de pagamento: o dólar é a moeda corrente, mas o real também é aceito. Cuidado ao usar cartão de crédito (só aceitam o internacional). Geralmente cobram uma taxa que varia de 8 a 12% em cima do valor da compra.
A cota autorizada: US$ 300,00 para quem atravessa a fronteira por terra e US$ 500,00 para quem chega de avião.
Produtos proibidos: cigarros, bebidas com produção no Brasil e qualquer coisa que esteja em quantidade que caracterize a compra para revenda, mesmo que não ultrapasse o valor da cota. Ou seja, se você trouxer 15 pen drives de 2 gigas, o valor total será mais ou menos de 170 dólares. Não ultrapassa a cota, mas a quantidade é exagerada aos olhos da aduana. Se pegarem, você perde tudo.
Pagando imposto: para regularizar suas compras no Paraguai - caso gaste mais do que a cota e esteja trazendo produtos autorizados - é só pagar o imposto excedente. Simples: gastou US$ 380,00? Quando estiver saindo de Ciudad del Este pare na aduana brasileira. Lá você vai ter que pagar 50% em cima dos US$ 80,00 a mais, por exemplo. E atenção: uma vez que você declare, só podera fazer compras novamente (pagando imposto) depois de 30 dias.

Quer só comprar badulaque e balangandã? Então aproveite para experimentar a chipa, o tradicional biscoito da culinária paraguaia - algo como o nosso pão de queijo, só que com maior consistência e sabor típico. Leva queijo ralado, polvilho, azeite, ovos e sal. Tem forma de ferradura. E custa R$ 0,50 a unidade.
Fotos: Raul Mattar - menos a que ele aparece olhando uma camisa "orirrinal" do São Paulo - que pertence ao Matraca´s Image Bank.Posts relacionados
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Ó só que honra! Um dos blogs oficiais sobre Foz do Iguaçu, o Desvendando Foz, fez uma chamadinha para a nossa série sobre a cidade. Valeu, Roni! .
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